Jair Bolsonaro não foi identificado pelo próprio nome nos exames para a COVID-19. Testes deram negativo para coronavírus

Postador News 13/05/2020 20:44 Relatar

O presidente  Jair Bolsonaro não foi identificado pelo próprio nome nos  exames para a  COVID-19 a que foi submetido. Na identificação, constam  codinomes. Os  (13/5) por determinação do  Supremo Tribunal Federal ( STF). Os três deram  negativo para o  novo coronavírus.

No primeiro exame, feito em 12 de março, o nome do paciente consta como  Airton Guedes. O segundo teste, realizado em 17 de março, está no nome de  Rafael Augusto Alves da Costa Ferraz. É possível saber que os dois exames são realmente do presidente pelo número do CPF (retirados na imagem abaixo).

Os dois laudos foram emitidos pelo  laboratório Sabin e solicitados por médicos do  Hospital das Forças Armadas ( HFA), em Brasília. 

No terceiro exame realizado pelo presidente, ele é identificado como  Paciente 05. Este foi feito pela Fundação Oswaldo Cruz, em 19 de março. Segundo a Presidência, os nomes foram alterados visando a "preservação da imagem e a privacidade do presidente da República."  

 

Segundo ofícios anexados pela AGU no Supremo,  dois dos três laudos têm nomes falsos, para  preservação da imagem e privacidade do presidente da República e  por questões de segurança. O  CPF e a  data de nascimento nos papéis, contudo, são de fato de Bolsonaro.

"Para a realização dos exames foram utilizados no cadastro junto ao laboratório conveniado Sabin  os nomes fictícios Airton Guedes e Rafael Augusto Alves da Costa Ferraz, sendo preservados todos dados pessoais de registro civil junto aos órgãos oficiais", diz o ofício do Comandante Logístico do Hospital das Forças Armadas, Rui Yutaka Matsuda.

Já no  terceiro e último exame, analisado em um laboratório público da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), o "dono" da amostra é  identificado apenas como Paciente 05. No documento entregue ao STF, não há qualquer dado relacionado ao presidente Jair Bolsonaro.

Os exames de Bolsonaro só foram divulgados após o jornal "O Estado de S. Paulo" entrar na Justiça pedindo acesso. Antes, , mas se recusava a mostrar os laudos em si.

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