Irmã de Jairinho mudou versão sobre morte de Henry,

New York Times 15/04/2021 Relatar Quero comentar

A irmã de , fisioterapeuta Thalita Fernandes Santos, de 42 anos, contou à polícia, na quarta-feira (14), que o irmão mudou de versão à medida que surgiam notícias sobre a morte do . Segundo Thalita, primeiro Jairinho falou a ela que o menino  morreu ao cair da cama porém com com a divulgação dos laudos técnicos da perícia, mudou sua versão.

                "Que Jairinho lhe disse apenas que Henry passou mal, eles levaram para o hospital e Henry faleceu; Que depois, quando o conteúdo do laudo de exame de necropsia veio a público pela imprensa, Jairinho lhe disse que acredita que tenha sido uma queda, porém reafirmou que estava dormindo e que não sabe ao certo o que aconteceu; Que, perguntada se indagou à Monique sobre a morte de Henry, bem como o que poderia tê-la ocasionado, respondeu que não"

Em seu depoimento, a babá disse que contou à Thalita as agressões a criança, mas que a irmã de Jairinho a interrompeu: "Você não vai ser a juíza do caso do meu irmão", disse Thayná à polícia contando o que ouviu da fisioterapeuta. Thalita negou, no depoimento, que tenha sido informada pela babá de Henry,  que o irmão batia no menino. Segundo ela, em nenhum momento soube das agressões.

Disse também que a criança em nenhum momento teria ficado trancado em seu quarto. Diferente do relato feito pela babá da criança, Thayná .Thalita disse ainda que foi o advogado André França Barreto que pediu a ela para fazer contato a Thayná e à empregada Leila Rosângela de Souza, a Rose, que trabalhava no apartamento de Jairinho e de Monique Almeida, mãe de Henry.

Thalita fez aniversário em 8 de março, mesmo dia em que Henry morreu. Segundo ela não houve comemoração de aniversário. A fisioterapeuta afirmou que o irmão não tinha feito qualquer comentário sobre Henry. Segundo ela, nunca houve nada de anormal neste relacionamento, mas que Monique havia contado que levava o filho ao psicólogo. Essas informações agora estão sendo todas analisadas pela  polícia que investiga do caso.

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