Idoso de 78 anos se separa de adolescente de 17 cerca de 22 dias após o casamento

Carlosandre1055 02/02/2021 Relatar Quero comentar

Um casamento entre um idoso de 78 e uma jovem de 17 anos está dominando o noticiário na Indonésia. A união entre Abah Sarna e Noni Navita havia chocado o país por causa da diferença de 61 anos de idade entre os cônjuges. Entretanto, 22 dias após a cerimônia de matrimônio que estampou as manchetes dos jornais, o casal se separou em uma reviravolta na história.

O pomposo casamento entre a jovem de 17 anos e o senhor de 78 anos causou estranhamento na população indonésia e acabou mais rápido do que se esperava.

Com tanta atenção da mídia, o relacionamento de um homem de quase 80 anos com uma adolescente teve final previsível. O casal ganhou fama na Indonésia e, talvez, isso tenha contribuído para a pouca longevidade da relação. A repercussão era tanta, que até os dotes dados pelo noivo à família de Noni acabaram sendo noticiados e fotos vazaram à imprensa. Todos sabiam do dinheiro, motocicleta, colchão e armário, entre outros itens entregues pelo noivo como dote.

Segundo as reportagens da imprensa de Bali, o matrimônio durou pouco – pasmem – por pressão da família do noivo, Abah. Parentes de Noni afirmam que a relação não era aceita pelos familiares do idoso.

“Fiquei chocada porque não havia vento e tempestade (na relação), e de repente ficou assim”, afirmou a irmã de Noni, Iyan, ao Harian Metro, um dos principais tablóides indonésios. “Nossa família não tem problemas com Abah Sarna. No entanto, o problema veio da família de Abah Sarna, que parecia se opor ao casamento”, acrescentou.

A Indonésia celebra cerca de 340 mil casamentos envolvendo menores de idade por ano e para se ter ideia, uma em cada seis se casa antes de atingir a maioridade. O país aisático é um dos 10 com a maior quantidade de uniões com meninas de 18 anos no mundo. Lá, mulheres podem se casar aos 16 e homens, aos 19 anos.

Claro que o machismo faz com que o sexo feminino seja mais prejudicado ao longo da vida com evasão escolar, abuso, violência doméstica e até morte no parto. Ativistas buscam, sem sucesso, pressionar o governo do presidente Joko Widod a aumentar a permissão para 18 anos.

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