Além das eleições: 6 coisas que os brasileiros fazem melhor que os americanos

Amélia 07/11/2020 Relatar Quero comentar

Ninguém aguenta mais esperar o resultado da eleição presidencial nos Estados Unidos. Dias após o final da votação, os estadunidenses seguem contando papelzinho para saber quem irá comandar o país nos próximos anos. O democrata Joe Biden ou o atual presidente republicano Donald Trump? O mundo ainda aguarda a resposta...

No Brasil, com o voto eletrônico, os resultados das urnas demoram apenas algumas horas para serem revelados a todo o país. Por causa da tecnologia, indiscutivelmente, estamos uns passos à frente dos americanos em questão de eleição. Sim, podemos achar a nossa nação bagunçada, mas não durante a "festa da democracia".

E não é só no campo do "aperta o número e confirma" que estamos na frente dos Estados Unidos. Abaixo, apontamos outras categorias em que damos um banho de qualidade, bom senso ou modernidade na comparação com a terra do Tio Sam. Confira abaixo e mantenha-se bem longe do complexo de vira-latas!

Agradeça todos os dias pelo suco da fruta. Nos Estados Unidos, eles são bem raros. Em restaurantes, os cardápios costumam oferecer sucos industrializados, refrigerantes e bebidas alcóolicas. O suco de verdade, saudável, é raridade.

Feriados prolongados

O Brasil conta com 12 feriados nacionais. De acordo com levantamento recente feito pela empresa americana de consultoria Mercer, o número deixa o nosso país distante dos líderes mundiais das datas comemorativas, Índia e Colômbia, com 18 cada - mas pelo menos estamos na frente dos Estados Unidos, que contam com 10. A grande diferença é que "emendar" dias de folga é algo impensável, enquanto aqui temos essa mordomia muitas vezes durante o ano...

Licença-maternidade

Por incrível que pareça, os Estados Unidos são o único país industrializado que não obriga, a nível nacional, o pagamento de licença-maternidade, de acordo com informações da OECD (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico). Por isso, a maioria das mães precisa conseguir um acordo com os empregadores por folgas remuneradas. Elas se apoiam na Lei de Licença Médica e Familiar de 1993, uma determinação federal que protege o emprego das mães por 12 semanas, mas não obriga o pagamento de salários neste período.

SUS

Folha de S.Paulo, passar três dias internado por lá pode custar até R$ 120 mil." data-reactid="44" type="text">Nos Estados Unidos, não há um sistema público universal, como o brasileiro SUS (Sistema Único de Saúde) ou o NHS (National Health Service). Assim, os cidadãos americanos precisam contratar planos de saúde - que geralmente não cobrem todos os procedimentos - como mostrou a Folha de S.Paulo, passar três dias internado por lá pode custar até R$ 120 mil.

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