Policial civil mata PM que comemorava o aniversário do pai

Portal de Notícias 05/10/2020 21:05 Relatar

 cabo aposentado da Polícia Militar Paulo César Timóteo Marinho, 52 anos, foi morto com um tiro logo após deixar um restaurante em Guarulhos (Grande SP), onde comemorava o aniversário do pai, na noite desta sexta-feira (2/10). O autor do disparo, segundo a Polícia Civil, é o policial civil Jackson Pedro Lino, 54 anos, chefe dos investigadores do 6º DP da cidade.

Inicialmente o caso foi registrado no 1º DP de Guarulhos e encaminhado para a equipe corregedora da Delegacia Seccional do município. Para o início das apurações, a Polícia Civil ouviu o policial autor do disparo, uma investigadora que estava com ele no momento dos fatos e um outro policial civil que foi acionado por Jackson no início da ocorrência, além do tio do PM morto, também presente no momento da confusão.

Segundo o tio do cabo Marinho, no depoimento à polícia, eles estavam em família, comemorando o aniversário do pai do PM, no restaurante Traíra e Cia. Em certo momento, o policial militar começou a fumar dentro do estabelecimento e foi rapidamente repreendido pelos próprios familiares e também por um funcionário do local. Houve uma pequena discussão e, depois disso, eles teriam deixado o local. 

Assim que chegaram na rua, ainda de acordo com o tio da vítima, o policial civil chegou atrás e tentou tirar a arma do PM aposentado. Marinho teria impedido a retirada de sua arma e tentado falar para Jackson que também era policial e que queria conversar. Os dois passaram a brigar, caíram no chão e aconteceu o disparo, acertando o policial militar. 

Na versão de Jackson, também prestado à Polícia Civil, ele estava com uma colega em trabalho e, após realizar suas tarefas, por volta das 18h30, parou em um restaurante para comer. No local, viu um homem armado e aparentemente discutindo com outra pessoa. O investigador teria perguntado a um funcionário do estabelecimento se conhecia o homem armado, e recebeu resposta negativa. 

O policial civil afirma que aguardou o homem armado deixar o local para realizar a abordagem sem colocar em risco a vida de terceiros. Quando chegou à rua para fazer o enquadro, Jackson diz que se identificou como policial civil e perguntou se Marinho também era policial. Antes de receber qualquer resposta, teriam iniciado a briga. No meio da confusão, o investigador afirma que sua arma disparou acidentalmente.  

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