Auxílio emergencial 2021 pode ser prorrogado até novembro

Claudione 05/05/2021 Relatar Quero comentar

O  pode ser prorrogado até novembro, caso o Governo Federal não reformule o programa do . Os deputados e senadores estão pressionando o presidente da república, Jair Bolsonaro, para estender o prazo do benefício.

Se o Ministério da Economia não propor a correção do Bolsa Família, que segue os mesmos critérios desde 2018, o Congresso Nacional deve entrar com uma publicação que defenda a prorrogação do   até o fim do ano.

O valor médio pago pelo Bolsa Família é de R$ 190 mensal. Bolsonaro chegou a ressaltar um novo valor de R$ 250 para o programa a partir de agosto. No entanto, o benefício emergencial, criado para atender famílias em situação de vulnerabilidade, varia de R$ 150 a R$ 375, conforme a composição da família.

De acordo com a inflação, a média do programa criado no governo Lula deveria estar em R$ 215. Porém, houve alguns contratempos no Congresso Nacional que impediu o reajuste do benefício.

Até o momento, Paulo Guedes, ministro da Economia pretende lançar um programa de “estágio remunerado” para ajudar os profissionais a saírem da informalidade bem como os jovens sem especialização.

Contudo, por enquanto, a população carente tem o apoio e a ajuda mensal do auxílio emergencial até o fim de junho. No entanto, a previsão é que neste prazo os efeitos da pandemia não tenham sanado, dando possibilidade para uma prorrogação ou criação de um novo programa social.

Antecipação das próximas parcelas do auxílio emergencial

De acordo com a  , as parcelas do   podem ser antecipadas. Isso pode ocorrer, devido a preferência dos beneficiários em movimentar o valor do auxílio pelo aplicativo, Caixa Tem.

Especificamente, os contemplados inscritos pelo site e aplicativo, bem como CadÚnico, podem ter o calendário de saques e transferências adiantado. Segundo o presidente da Instituição, Pedro Guimarães, este ano os beneficiários estão usando cada vez mais o saldo de forma digital, o que permite a antecipação dos pagamentos.

“A partir da avaliação do pagamento deste primeiro ciclo, poderemos também antecipar os pagamentos dos ciclos 2, 3 e 4. Será como foi feito agora, onde primeiro publicamos o calendário, vimos como foi a dinâmica do pagamento, percebemos que estávamos indo bem e, aí, antecipamos”, disse o presidente da Caixa Econômica Federal, Rodrigo Guimarães.

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