Covid-19 está tirando a vida de muitos Pastores Evangélicos pelo mundo

Notícias BR 04/03/2021 Relatar Quero comentar

Familiares e amigos de Rudimar Silvestre da Paz estão deixando algumas mensagens em forma de homenagem nas redes sociais. São muitos relatos de carinho e gratidão por tudo que ele fez ao longo dos 19 anos dirigindo o ministério da igreja “Só o Senhor é Deus” de Xanxerê.

Ele morreu por volta das 20h desta terça-feira (02) no hospital em Londrina no Paraná. O Pastor é mais uma vítima da Covid-19. De acordo com a família, ele era casado e deixa três filhos. Rudimar ficou internado durante 24 dias. O velório está acontecendo na administração dos cemitérios e serviços funerários de Londrina.

Pastor Rudimar Silvestre da Paz era bem conhecido em Londrina e por todo povo evangélico do Paraná por ser administrador das igrejas Só o Senhor é Deus de Londrina, também era apresentador e administrador da Rádio Difusora de Londrina.

Veja abaixo algumas mensagens deixadas por familiares e amigos de Rudimar:

Na  Bolívia mais de cem pastores já faleceram por causa da covid-19.

A reportagem é publicada por  Religión Digital, 27-08-2020. A tradução é de  Wagner Fernandes de Azevedo.

Na  América Latina, uma região tradicionalmente católica, mas com uma crescente presença evangélica, as igrejas cristãs seguem difundindo o Evangelho, apesar das  medidas governamentais destinadas a frear a propagação do coronavírus.

Em muitos países, desobedeceram às normas de  saúde pública ao realizar serviços em pessoa ou deram ministério pessoalmente aos membros da Igreja em lares e outros entornos.

Em pelo menos dois países, os pastores evangélicos morrem em quantidades alarmantes durante a  pandemia.

Na , onde mais de 100  pastores evangélicos faleceram, seus líderes mantiveram um contato estreito com suas congregações, oferecendo serviços e dando apoio aos doentes, apesar de que seus templos tenham sido fechados por decreto do governo.

Na , onde o governo minimizou a epidemia e evitou impor restrições, os  serviços evangélicos continuaram em algumas igrejas, inclusive quando as  igrejas católicas deixaram de receber missas com público.

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