Amiga de Juíza revela como era o relacionamento de Viviane com o ex-marido

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O terrível assassinato da juíza Viviane Vieira do Amaral Arronenzi deixou a população brasileira muito abalada, cenas cruéis de violência circularam a Intenet, mostrando a impiedade do ex companheiro com as próprias filhas do casal. Um assassinato cruel sem explicação, o Brasil está chocado com tanta violência que vem acontecendo, principalmente contra mulheres e crianças. Este caso só demonstra o quanto a sociedade tem se perdido desde a periferia a mais alta classe social. Muito triste viver em dias como esse em que o Homem tem perdido a humanidade e o amor ao próximo.

De acordo com amigos e colegas da juíza, o relacionamento de Viviane já demonstrava ser fatal. Com o distanciamento social devido a pandemia, o convívio com as amigas e o silencio sobre o problema do relacionamento, tão delicado, aumentou. 

Viviane era muito reservada e raramente tocava no assunto, quando falava era porque os fatos não podiam ser escondidos, como uma briga na rua e uma tentativa de invasão do apartamento da mãe, para o qual havia se mudado com as três filhas. A juíza passou os últimos meses de vida sofrendo pois seu ex-marido reagia de forma violenta a cada esforço fracassado de retomar o casamento que ela decidiu terminar em julho.

A exatamente três meses antes de ser brutalmente assassinada Viviane denunciou o ex-marido á Policia e começou a contar com uma escolta cedida pelo Tribunal de Justiça (TJ) Rio. De acordo com colegas, ela se sentia incomodada com a presença permanente de seguranças e queria preservar, apesar de tudo, a imagem do homem com quem viveu mais de 10 anos e que formou uma família. 

Uma colega do Tribunal de Justiça do Rio, também comentou o esforço que Viviane fazia para poupar as crianças do relacionamento conturbado com Paulo José.

“- Ficou evidente que ela tentava preservar a figura do ex-marido como pai. Tentou se proteger e , ao mesmo tempo, protegê-lo. Acabou abrindo mão da escolta por pena dele.” – disse uma magistrada, que pediu anonimato.

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