Adriana Araújo deixará Record após crítica a Bolsonaro

Marques 13/01/2021 Relatar Quero comentar

Após 15 anos na , a jornalista , 47, deixará a emissora em março, data em que seu atual contrato se encerra. A renovação do compromisso é dada como "muito improvável" dentro da diretoria. A profissional foi por 14 anos âncora do Jornal da Record e deixou o posto em junho de 2020, depois que mirou críticas ao governo Jair Bolsonaro, em sua rede social, sobre a transparência no combate a Covid-19. A postagem incomodou o alto comando da emissora, que vem adotando uma linha editorial com menos críticas ao presidente. O próximo destino de Araújo na televisão deve ser a .

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Dentro da emissora paulista, já existe o nome para substituir Adriana Araújo no comando do Repórter Record Investigação, jornalístico que ela assumiu após ser afastada da bancada do Jornal da Record. A reportagem apurou que Araújo é popular entre os colegas e o clima na redação já é de despedida. Antes de migrar para a Record, em 2006, a jornalista teve uma passagem pelo Grupo Globo de 11 anos.

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No início do mês,  por sua diretoria. O único entrave para a sua transferência é o seu atual salário na Record, considerado alto demais para o patamar atual do mercado. Para assinar o contrato do novo vínculo empregatício, teria que aceitar uma redução em seu ordenado. 

Na última semana, o jornalista Flávio Ricco noticiou que Adriana Araújo estava acertando sua ida para a CNN Brasil. Ela negou a nota, mas internamente, de acordo com fontes ouvidas, a resposta de Araújo foi vista como protocolar, já que não pode assumir que negocia com uma TV ainda sob a vigência do seu atual vínculo com a Record. O  NaTelinha confirma o interesse da CNN Brasil e aproximação de Adriana Araújo.

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Procurada, a Record não se manifestou sobre a matéria.

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