Revoltante: 93% DOS ARGENTINOS NÃO QUERIAM PROJETO DE LEI DO ABORTO, aponta pesquisa

will 05/01/2021 Relatar Quero comentar

O Site Terra Brasil Notícias publicou uma pesquisa realizada pela Cátedra de Sociologia da Unsta, também indica que 92% acham que o aborto não é uma questão de urgência na saúde pública.

Este trabalho de pesquisa entrevistou 8.101 pessoas entre 20 e 24 de dezembro, em 23 províncias argentinas. As respostas obtidas por redes sociais vêm de 70% de mulheres e 60% de mulheres em fase de fecundidade. Dessas, 95% consideram que a vida humana começa desde a concepção.

Segundo a pesquisa, 93% consideram que, dado o contexto mundial de pandemia, este não é o momentUma pesquisa da Universidade do Norte Santo Tomás de Aquino (Unsta) afirmou que 93% dos argentinos são contra o projeto de legalização do aborto que será debatido no Senado nesta terça-feira, 29 de dezembro. A informação é do grupo internacional de notícias, ACI.

O de debater no Congresso Nacional esse projeto de lei de legalização do aborto; 6% consideram que é o momento; e 1% não sabe.

A pesquisa mostra que 92% acham que o aborto não deve ser legalizado em nenhum momento da gravidez, 7% consideram viável até o terceiro mês.

O relatório indica ainda que 67% dos argentinos consideram que o aborto deve ser sempre proibido, 25% consideram que deveria ser permitido em alguns casos como estupro, perigo à vida da mulher ou malformação do feto.

“Observa-se que é um problema que, embora afete toda a sociedade, atinge sobretudo as mulheres e as que estão em fase de fecundidade”, concluem o advogado Luis Britos e o psicólogo Francisco Viejobueno, da Cátedra de Sociologia da carreira de Psicologia da Faculdade de Ciências da Saúde, com a contribuição da professora Irene Gutiérrez, da Cátedra de Antropologia Sócio-Cultural.

O estudo sublinha que a grande maioria dos pesquisados ​​se opõe à interrupção da vida humana durante a gestação e considera que a vida começa no momento da concepção.

“Observa-se uma forte rejeição ao aborto e ao projeto de legalizá-lo. O que denota que é um projeto que não nasce dos interesses e necessidades reais da população como um todo”, afirma.

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