São Paulo muda cronograma e vacinação de idosos não tem data para começar

Bolso38 19/01/2021 Relatar Quero comentar

© Governo de SP - 17.jan.2021 A enfermeira Mônica Calazans, 1ª pessoa a ser vacinada no Brasil, 54 anos, ao lado do governador João Doria

A mudança ocorreu após a venda, para o Ministério da Saúde, de todas as doses da CoronaVac, vacina contra a covid-19 desenvolvida pela farmacêutica chinesa  com o .

Como o imunizante será oferecido no PNI (Programa Nacional de Imunização) pelo SUS (Sistema Único de Saúde), a estratégia inicial anunciada pelo governo paulista foi suspensa, já que a definição de grupos prioritários e ciclos de vacinação fica sob responsabilidade do governo federal.

O planejamento traçado por São Paulo foi baseado na possibilidade de o Ministério da Saúde não comprar a CoronaVac, já que o próprio presidente Jair Bolsonaro chegou a .

Com o  e a , São Paulo ficou com 1,37 milhão das 6 milhões de doses prontas da CoronaVac que estavam no Instituto Butantan. O restante foi  por meio do governo federal.

Em dezembro, o  determinava, no 1º ciclo de imunização, o atendimento a idosos acima de 75 anos. O governo federal, no entanto, atualizou o documento e determinou que apenas idosos em asilos, indígenas e profissionais de saúde sejam incluídos entre os prioritários.

Com as mudanças, o começo da vacinação de idosos com mais de 75 anos, previsto inicialmente para 8 de fevereiro pelo governo de São Paulo, não tem mais previsão de ocorrer. Desde domingo (17.jan.2021), o .

O Instituto Butantan tem 4,8 milhões de doses em fase final de produção e . O órgão afirmou que vai enviar 8,7 milhões de doses ao SUS em janeiro e, até abril, serão 46 milhões de doses.

A produção da CoronaVac, no entanto, depende da chegada de insumos vindos da China, que ainda não têm data para serem embarcados.

Comentário do usuário