Caso Rhuan: Mãe assassina disse que carne do próprio filho na churrasqueira tinha "cheiro bom"

Giro de Notícias 26/11/2020 Relatar Quero comentar

Júri de Rosana Auri da Silva Cândido e Kacyla Pryscila Santiago Damasceno Pessoa ocorre em Samambaia. Criança tinha 9 anos quando foi assassinada, em maio de 2019.

O Tribunal do Júri de Samambaia, no Distrito Federal, começou a julgar, nesta quarta-feira (25), Rosana Auri da Silva Cândido e Kacyla Pryscila Santiago Damasceno Pessoa. Elas são acusadas pelo assassinato do menino Rhuan Maycon da Silva Castro, de 9 anos.

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O julgamento começou às 9h, no Fórum Desembargador Raimundo Macedo e, segundo o Tribunal de Justiça do DF (TJDF), deve terminar durante a noite. O G1 tenta contato com o advogado que representa as acusadas.

Filho de Rosana, o menino foi morto e teve o corpo esquartejado pela mãe e pela companheira dela, em 31 de maio de 2019 (relembre abaixo). Desde então, as duas acusadas estão presas na Penitenciária Feminina do DF.

A sentença de pronúncia, que determinou que o casal fosse a júri popular, foi publicada em outubro de 2019. O juiz entendeu que existiam indícios de que Rosana e Kacyla cometeram um crime contra a vida e tiveram intenção de matar.

As duas são acusadas pelos crimes de:

Homicídio qualificado
Lesão corporal gravíssima
Tortura
Ocultação e destruição de cadáver
Fraude processual

O crime

O corpo de Rhuan Maycon foi encontrado na madrugada do dia 1º junho do ano passado, esquartejado, dentro de uma mala deixada na quadra QR 425 de Samambaia, no DF. As partes da vítima foram localizadas por moradores da região.

A mãe do menino, Rosana Cândido e a companheira dela, Kacyla Pryscila, foram presas na casa onde moravam com a criança e ainda com a filha de Kacyla, uma menina de 8 anos.

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Em depoimento à polícia, Rosana contou que "sentia ódio e nenhum amor pela criança". Na denúncia, o Ministério Público do DF afirmou que a mãe de Rhuan arquitetou o crime por odiar a família do pai dele.

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