Mãe mata os três filhos afogados enquanto os abraçava, veja;

VEM RENDER 17/04/2021 Relatar Quero comentar

No ultimo sábado, dia 10, Liliana Carrillo, após ser presa por ser acusada de matar seus tres filhos afogados, admitiu todo o crime em uma entrevista feita pela TV americana. Ela disse: “eu os afoguei. Eu fiz isso tão suavemnete, não sei como explicar... eu os abracei, os beijei e estava me desculpando o tempo todo. Eu amava meus filhos”, fez essa declaração em uma matéria veiculada ao canal KGET-TV, afiliada da NBC.

Ela afirmou que só comenteu esse crime porque brigava na justiça pela guarda dos filhos, pois o pais deles Erik Denton, segundo ela estaria envolido com trafico de pessoas e numa quadrilha de pedófilos. E queria proteger os filhos disso. Mês passado, Denton pediu ao tribunal que Liliana fosse submetida a uma avaliação de saude mental. Ele afirmou em entrevista ao Los Angeles Times que chegou a solicitar ajuda para as autoridades em proteção as crianças.

O pai das crianças relatou ao jornal californiano, em documentos judiciais anteriores, antes do assassinato dos filhos que a Liliana era “estremamente paranoica”  e que ela se definia como “única responsavel” pela pandedima da covid-19 e falava que a sua cidade natal, Porterville, estava cercada por pedófilos. Já Lilianna, na mesma entrevista dado a KGET-TV, relatou que gostaria que os filhos ainda estivessem vivos, e que gostaria não ter feito isso. Mas, preferia que eles não fossem torturados e nem abusados regularmente pelo resto de suas vidas.

De acordo com o Los Angeles Times, duas das crianças apresentavam sinais de afogamento, e que as três tinham feriemntos que indicavam espancamento. Porem, a causa real da morte não foi divulgada publicamente. Diante toda situação, ela ainda não havia sido acusada formalmente pelos homicidios, mais isso iria aconter neste final de semana.

Ela segue detida no Condado de Kern, sob acusações de roubo e tentativa de roubo de carro, que foram cometidos após os assassinatos, como tentativa de fulga. Durante a entrevista, ela ainda relatou que aceitava passar o resto da sua vida na prisão e disse tambem que tentou cometer suicídio e compeltou dizendo que sofria de ansiedade, depressão e transtorno pós-traumático e que já tinha procurado ajuda.

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