Mais de 600 animais morreram de fome quando estavam sob a guarda do Estado Brasileiro!

Princelkevin 13/04/2021 Relatar Quero comentar

Local, que fica na Baixada Fluminense, não tem tratadores em número suficiente para cuidar dos bichos. Contratação é de responsabilidade superintendente do Ibama no Rio, o contra-almirante da reserva da Marinha Alexandre Dias da Cruz.

Os animais que conseguem se recuperar, como araras mostradas na reportagem, são devolvidos à natureza. E os que estão feridos, como é a situação de uma seriema, que teve uma das asas cortadas, precisam ficar no centro.

Só que, sem tratadores,  cerca de 600 animais morreram nos últimos quatro meses, segundo um levantamento que ainda está sendo feito pelos funcionários do centro.

Atualmente, o centro só tem quatro funcionários, que estão fazendo o que podem. Mas como são poucos, eles mal conseguem dar conta de retirar os animais mortos.

Um outro contrato, de emergência, foi feito, mas também foi rompido. Enquanto isso, animais vivem no meio de muita sujeira e quase sem alimentação.

O local é um dos maiores centros de tratamento de animais silvestres do país. Mais de 1,2 mil animais vivem lá. Sob a responsabilidade do Ibama, os macacos, as aves e outros bichos deveriam estar se recuperando dos ferimentos causados pelo tráfico ilegal destas espécies.

Os animais que conseguem se recuperar, como araras, são devolvidos à natureza. E os que estão feridos, como é a situação de uma seriema, que teve uma das asas cortadas, precisam ficar no centro.

Só que, sem tratadores, cerca de 600 animais morreram nos últimos quatro meses, segundo um levantamento que ainda está sendo feito pelos funcionários do centro.

Atualmente, o centro só tem quatro funcionários, que estão fazendo o que podem. Mas, como são poucos, eles mal conseguem dar conta de retirar os animais mortos.

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