Na pior fase, relação Bolsonaro e Mourão vive clima de ‘conspiração’

ricardo102030 29/01/2021 Relatar Quero comentar

Segundo as informações do portal Globo G1. A relação entre Ter Bolsonaro (apartidário) e o vice-presidente Hamilton Mourão vive sua pior fase desde a posse do presidente da República. A avaliação é para os assessores presidenciais ouvidos no blog, eles veem o "clima de conspiração" em torno do presidente e do vice-presidente, principalmente sobre a estrutura do impeachment final.

Estes interlocutores do governo avaliaram o blog. Bolsonaro tem usado declarações públicas para sugerir que Mourand não será mais seu deputado em 2022. Portanto, eles acreditam que o vice-presidente começa a expressar insatisfação por não participar do governo, mas há sem patrocinador. Ameaça de impeachment.

“Eles têm duas saídas agora: ou sentam e resolvem ou viverão de aparências até 2022”, disse um militar ao blog.

Ontem, uma mensagem no site O Antagonista mostrava que um consultor de Mourão estava investigando representantes para tratar de questões de impeachment, o que fortaleceu ainda mais a teoria bolsonarista de que o agente derrubou o presidente. Este não é apenas um representante, mas também duas porcarias O exército em circulação entre. Os dois filhos do presidente propuseram essas teorias, como o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) e o deputado carioca Carlos Bolsonaro (republicano), que criticaram publicamente Mourand. Por outro lado, quando o deputado teve outra confusão diplomática com a China, o deputado zombou publicamente de Eduardo.

No blog, soldados ativos e de reserva enfatizaram ainda que, apesar das críticas de Bolsonaro, Moulan foi leal desde o início de seu mandato e ficou irritado com as ações de seus assistentes. Os soldados também elogiaram a conduta de Mulang e admitiram que o presidente estava irritado porque Mulang era frequentemente elogiado por empresários e políticos em artigos de jornal e estava mais "preparado" nos bastidores do que o presidente. Como ele claramente apontou, Bolsonaro não gosta de ministros e assessores elogiados pela imprensa.

Sem clima

Os líderes partidários acreditam que não há atmosfera política para impeachment no Congresso hoje. O principal patrocinador do assunto continua sendo a oposição, portanto, o prefeito Rodrigo Maia (DEM-RJ) se opôs às críticas, dizendo que apesar de ter feito vários pedidos em sua mesa, ele não abriu. Na avaliação de Maia, mesmo que seja aberto, não tenha sido bem recebido pelo público e não tenha conquistado maioria no Congresso, Bolsonaro deve se fortalecer no processo eleitoral, assim como Donald Trump nos Estados Unidos.

Um experiente presidente do Partido  do Centrão costuma repetir: "Ninguém é presidente com 30%, 40% dos votos e ninguém nas ruas." Hoje, Bolsonaro se rendeu ao sistema político para sobreviver politicamente, mesmo que isso significasse abrir mão da bandeira de campanha, como fez quando se casou com Centrão. Acontece que os dirigentes desses partidos costumam repetir com reservas que a nova pandemia pode “causar mais comoção do que a política”. Então, entre Bolsonaro e sua própria sobrevivência, os representantes escolherão a segunda opção.

Por isso, acreditam que o Planalto acredita que os aliados atuantes na presidência da Câmara são a garantia eterna do fim do impeachment, o que é um erro estratégico. Esta é uma garantia, mas não uma garantia vitalícia: enquanto o governo conseguir manter a sua reputação até certo ponto, sem protestos de rua e sem desenvolvimento econômico. Portanto, o governo também está procurando uma forma de atualizar a assistência de emergência para garantir que o presidente receba apoio para as pessoas mais vulneráveis ​​durante a pandemia de 2020.

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