Calendário de Janeiro está disponível para o Auxílio Emergencial

Gomes 13/01/2021 Relatar Quero comentar

Em janeiro, os pagamentos do auxílio emergencial continuarão, mas na modalidade de saques. Neste mês, os beneficiários dos ciclos 5 e 6 que receberam seu auxílio poderão sacar suas parcelas. A Caixa realizou o pagamento por meio de contas do Ciclo 5 referente à 8ª parcela entre 22 de novembro e 12 de dezembro. No caso Ciclo 6, o último de pagamentos, o benefício foi pago entre 13 e 29 de dezembro.

O benefício, criado em abril pelo presidente Jair Bolsonaro para amenizar os impactos econômicos causados pela pandemia, seria liberado inicialmente em 3 parcelas de R$600. Após o Governo autorizar sua extensão, foram liberadas mais duas parcelas com o mesmo valor. Após isso, foram autorizadas outras quatro parcelas adicionais (chamada de residual) mas dessa vez no valor de R$ 300.

Foram, ao todo, 68 milhões de pessoas beneficiadas com o auxílio emergencial, por meio de 9 parcelas no total. O último pagamento, referente ao Ciclo 6, foi realizado no dia 29 de dezembro, data em que foi creditado a 6ª, 7ª, 8ª ou 9ª parcela de R$ 300 nas contas dos beneficiários.

Os ciclos 5 e 6 foram iniciados no fim de novembro. No entanto, os nascidos entre os meses de março de março e dezembro só puderam realizar transferência do valor do benefício no mês de dezembro. Os saques em dinheiro serão liberados até 27 de janeiro.

O presidente Jair Bolsonaro reafirmou que o auxílio emergencial não será prorrogado. O chefe do executivo confirmou que não será criado um novo programa de distribuição de renda e afirmou que a ideia é “aumentar um pouquinho” o atual programa assistencial Bolsa Família.

Guedes, ministro da Economia, reitera, por diversas vezes, que o auxílio emergencial não será prorrogado, e que o grupo da Economia sabe o que fazer no caso de uma segunda onda de coronavírus no Brasil. Em audiência pública virtual no Congresso Nacional, o ministro avaliou que o fim do benefício e a aprovação da autonomia do Banco Central (BC) vão ajudar a controlar a inflação.

”Nós achamos que esse aumento de inflação vai se dissipar. Primeiro, porque o presidente da Câmara [dos Deputados, Rodrigo Maia] vai aprovar o Banco Central independente, que vai impedir que essa alta transitória de preços prossiga. E, segundo, porque a própria suavização do auxílio emergencial, na medida em que ele desce e recai no Bolsa Família. Essa explosão de preços de construção civil, de alimentos, se acalma um pouco”, 

Fonte: O Jornal Extra Carajás(www.extracarajas.com.br)

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