Últimos dias para contestar auxílio emergencial negado; veja como fazer

Claudione 09/04/2021 Relatar Quero comentar

O  de 2021 foi bastante aguardado pelos brasileiros, tendo em vista que não houve uma evolução positiva no cenário da pandemia da Covid-19.

Pelo contrário, o Brasil entrou em uma segunda onda do vírus, impactando ainda mais os setores econômicos, afetando sobretudo, a população em situação de vulnerabilidade social. 

Após longos trâmites referentes à adequação e aprovação do benefício, os pagamentos finalmente tiveram início na última  terça-feira, 6, para os nascidos em janeiro. Nesta  sexta-feira, 9, foi a vez dos aniversariantes de fevereiro. 

O calendário de depósitos seguirá o padrão inicial com base no mês de nascimento do beneficiário. A previsão é para que o calendário com as quatro parcelas seja concluído até o mês de agosto.

Nesta nova fase do , permanecem os:

Trabalhadores informais; Desempregados que não recebem seguro-desemprego; Microempreendedores Individuais (MEI); Cidadãos com renda per capita de meio salário mínimo; Cidadãos com renda familiar de até três salários mínimos; e Inscritos no programa Bolsa Família.

No geral, para ter acesso ao  2021, é preciso ter sido aprovado no ano passado. O Governo Federal não liberou novas inscrições, pois apenas fará reavaliações mensais dos beneficiários para verificar se continuam se enquadrando nos critérios de elegibilidade. 

Sendo assim, o trabalhador desempregado, mas que em dado momento conseguiu um posto de trabalho, terá o benefício suspenso a partir do mês subsequente.

Portanto, ainda que o cidadão receba uma ou mais parcelas, se no decorrer dos quatro meses de ele descumprir algum dos critérios estabelecidos, ele é excluído do programa. 

Elegível: beneficiário apto a receber o auxílio; Inelegível: beneficiário que não se enquadra em algum dos requisitos que dão direito ao auxílio;

Quem não concordar com seu resultado tem até dia 12 de abril para contestação no . Observe a seguir quem tem direito ao  2021: 

A renda por pessoa da família não pode passar de até meio salário mínimo (R$ 550); A renda total do grupo familiar deve ser de até três salários mínimos (R$ 3.300); Só será permitida o pagamento de uma cota por família; Ter mais de 18 anos; Não ter emprego formal; Não ter tido rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70 em 2019 ou rendimentos isentos acima de R$ 40 mil naquele ano; Não ser dono de bens de valor superior a R$ 300 mil no fim de 2019.   Em processamento: benefício retido pela pasta no sentido de passar pelo cruzamento de dados e verificar minuciosamente se terão ou não direito ao auxílio. 
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