Cientistas revelam quantas pessoas podem morrer pelo Coronavírus no Brasil: 'cenário apocalíptico'

Notícias Virais 20/03/2020 00:00 Relatar

Dois pesquisadores montaram um  em Python, que prevê desastres para o coronavírus no Brasil caso não sejam tomadas medidas para conter a epidemia no país. Os autores desse feito são José Dias do Nascimento Júnior — professor e doutor em Astrofísica da Universidade Federal do Rio Grande do Norte e astrônomo associado ao Harvard-Smithsonian Center for Astrophysics — e Wladimir Lyra, doutor da New Mexico State University.

Pelo mundo, pesquisadores de todas as áreas demonstram esforços para controlar e prever casos de coronavírus com o objetivo de auxiliar as pessoas nas decisões diante da pandemia que se alastra pela humanidade.

A ideia do modelo de predição da COVID-19

O estudo realizado pelos pesquisadores surgiu devido à pandemia do novo  (COVID-19), que está tomando o mundo e já chegou a mais de 4 mil vítimas fatais no planeta.

José Dias do Nascimento Júnior explica que após o início do surto começou a pesquisar o assunto e as maneiras de contribuir e colaborar para diminuir a pandemia. “Assim que começaram aparecer as primeiras reações globais, comecei a me perguntar sobre as hipóteses dos modelos utilizados no estudo da propagação do vírus. Quais equações seriam válidas e sob quais aspectos. O novo surto demonstrava que iria fazer história, e eu já sabia de outras pesquisas, das limitações de algumas condições matemáticas utilizadas nos modelos. Foi aí que encontrei Wladimir Lyra em conversas da rede social”, conta Nascimento

Lyra afirma que a ideia de ambos se complementam e, partir disso, as hipóteses evoluíram em um modelo para "matematizar" os casos de coronavírus já existentes e novos. “A ideia e o motivo da pesquisa se devem à presente pandemia do coronavírus, para compreender a dinâmica da propagação da infecção. Pela leitura de artigos científicos na área de Epidemiologia Matemática, deparei-me com o modelo SIR, que foi o primeiro a buscar 'matematizar' uma epidemia”, ele destaca.

O doutor da New Mexico State University explica que percebeu semelhanças entre as equações de modelos matemáticos de epidemias e as que ele estuda diariamente. Por isso, havia meios de resolvê-las e assim agregar conhecimento ao campo de estudo do corona. “Não é nada que já não tenha sido feito no campo de Epidemiologia, foi um projeto para eu aprender sobre o assunto”, ele afirmou.

A COVID-19 é provocada por uma família de vírus que gera infecções respiratórias e foi descoberta em 31 de dezembro de 2019 na China. No Brasil, de acordo com as secretarias estaduais de saúde, já são 413 casos confirmados, mais de 30% em relação ao último balanço divulgado pelo Ministério da Saúde em 17 de março. Nessa data, foram contabilizadas 291 pessoas infectadas pelo vírus, sendo registrada uma morte pela COVID-19 no estado de São Paulo.

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