Onde estava a CUT quando as estatais estavam sendo saqueadas nos governos petistas de Lula e Dilma? Salim Mattar

Bolso38 28/02/2021 Relatar Quero comentar

Veja o que Salim escreveu em seu Twitter

Veja abaixo a matéria da Revista Oeste que desmascara toda essa falacia da CUT contra as privatizações no Governo Bolsonaro.

“Não deixem vender o Brasil”. Esse é o  da  que a  está promovendo nos veículos de comunicação. A ideia é “sensibilizar” a população brasileira acerca dos “malefícios” das privatizações, segundo a entidade. As peças publicitárias são falaciosas do começo ao fim. Por isso, a Revista  Oeste selecionou 10 mentiras sobre a mensagem do material da CUT.

Confira

1) Vender estatais é ruim Pelo contrário. Privatizar significa que o país seguirá dinamizando sua economia e evitará corrupção. Em linhas gerais, os ativos da empresa se valorizam em razão do interesse da iniciativa privada. Ou seja, o que valia menos, passa a valer mais. Em 1997, a mineradora Vale foi vendida. Depois disso, seu lucro saltou de US$ 325 milhões para US$ 1,5 bilhão em 2003.

2) Estatais são “estratégicas” Nas mãos da iniciativa privada, os serviços oferecidos melhoram consideravelmente. Antes de o setor de telefonia ser desestatizado, em 1998, havia pouco mais de 22 milhões de linhas no Brasil (entre telefones fixos e celulares). Hoje, só de  há mais de 230 milhões de aparelhos ativos no Brasil; somem-se a isso 180 milhões de computadores pessoais.

3) Empresas públicas são lucrativas Reportagem da Revista   mostrou que, nos últimos dez anos, 46 empresas públicas consumiram R$ 190 bilhões do seu dinheiro. Quantia essa que poderia ter sido usada para o combate ao coronavírus. São peças que não se encaixam em uma economia de mercado. A estatal do trem-bala, por exemplo, sempre foi deficitária, e o Brasil não tem o produto que ela oferece.

4) A maioria dos brasileiros é contra se desfazer de companhias públicas Pesquisa feita pelo Instituto Paraná, em 2019, mostra que 53,3% dos entrevistados apoiam a venda da totalidade ou de uma parte das estatais brasileiras, e só 41,5% foram contra. Entre os entrevistados com ensino superior, esse número chegou a 71,8%, ainda segundo o levantamento encomendado pela .

Clique na segunda página para continuar navegando
Comentário do usuário