Antes de matar mulher em Canoas, homem inseriu pedaço de madeira nos órgãos genitais dela

Globo News 14/03/2020 10:04 Relatar

Polícia Civil desvendou nesta sexta-feira (13) um crime brutal que ocorreu no bairro Niterói, em Canoas. Um homem de 44 anos, preso preventivamente, matou uma mulher que morava na rua e largou o corpo nas margens da BR-116.

Segundo o delegado Thiago Carrijo, titular da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Canoas, a vítima – uma mulher de 59 – e o preso freqüentavam o mesmo bar. O estabelecimento fica perto do local onde ela foi morta. “Possivelmente eles tinham uma relação por causa desse ambiente. Provavelmente foram manter relações sexuais e depois ele a matou”, afirmou.

 

O que chamou a atenção da investigação é a forma cruel que o homem praticou o crime. Depois do possível estupro – fato esse que ainda não foi confirmado pelo Instituto Geral de Perícias (IGP) –, o homem inseriu um pedaço de madeira de quase 1 metro de comprimento dentro do órgão genital da mulher. “Mandamos a madeira para a perícia. O órgão genital dela estava bastante machucado”, explicou o delegado.

“A Introdução do objeto chamou a atenção dos investigadores. Isso causou uma destruição no corpo nessa região. Isso demonstra a gravidade do crime”, comentou o diretor da 2ª Delegacia Regional de Polícia Metropolitana (2ª DPRM), delegado Mário Souza que também acompanha o caso.

Como que a polícia chegou no criminoso?

Durante a investigação, imagens de circuitos de câmeras mostram a mulher andando cambaleante antes do crime, o que levou os policiais a concluírem que ela estava alcoolizada. Os mesmos vídeos mostram o homem de 44 anos e a mulher entrando chegando ao local onde o corpo foi encontrado e depois saindo sozinho. “Conseguimos prender ele por causa das imagens que mostram ele no local, um prédio abandonado, e ficando o tempo necessário para a relação sexual e praticar o homicídio. Agora, vamos aprofundar as investigações, porque ele é suspeito de ter matado três mulheres na mesma região em 2019”, pontuou o titular da DHPP.

A motivação do crime ainda é desconhecida. “Ele não quis depor, se reservou ao direito dele de ficar calado”, comentou o delegado Carrijo.

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