Em meio a pandemia festas clandestinas de fim de ano prometem; muita bebedeira, drogas e curtição em Brasília

Giro de Notícias 27/12/2020 Relatar Quero comentar

Drogas, sexo e aglomeração vão embalar festas clandestinas de Réveillon no DFEm grupos fechados de WhatsApp, organizadores divulgam cardápio de entorpecentes e prostitutas que supostamente estarão em eventos

Ao menos oito festas clandestinas estão programadas para ocorrer na última noite do ano, em diferentes pontos do Distrito Federal. Sexo fácil e drogas à vontade fazem parte do cardápio dos eventos ilegais, que acontecem em locais cada vez mais isolados e desafiam as autoridades em meio à segunda onda provocada pelo novo coronavírus.

O Metrópoles levantou informações sobre algumas das principais comemorações que tentam driblar a fiscalização e as forças policiais no Réveillon.Os organizadores escolheram casas alugadas em ruas pouco movimentadas ou chácaras em zonas rurais de regiões administrativas como Planaltina, Sobradinho, Ceilândia, Santa Maria, Gama, Samambaia e, principalmente, Brazlândia.

Pulseiras são vendidas em grupos restritos de WhatsApp. Copos para consumo de bebida alcóolica e drogas sintéticas, como ecstasy, LSD e lança-perfume, também são comercializados nesses grupos.

Os traficantes fizeram uma espécie de “promoção” de final de ano, na qual é possível comprar 50 unidades de ecstasy de 200mg por R$ 11 o comprimido. Ainda é oferecido para um frequentador da festa o “MDMA suíço”. A sigla resume o nome metilenodioximetanfetamina, popularmente conhecido como ecstasy.

No “menu”, há variações da droga, que foi apelidada de Moranguinho, Warner Bros, Superman e Red Bull, cada uma com seu respectivo valor.

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