Morre Padre Cirillo, 95, antes de morrer de Covid-19: “Nos vemos no Paraíso! Rezem o terço!”

Stive 03/04/2020 04:15 Relatar

Pouco antes de partir deste mundo, ele levantou as mãos para o céu em exultação, como se tivesse marcado um gol. Um gesto de coragem e de encorajamento aos outros, nascido de uma lição de vida que ele sempre repetia no Centro Don Orione de Bérgamo, a cidade mais golpeada da Itália nesta pandemia:

“O homem tem duas mãos porque, enquanto uma trabalha, a outra serve para deslizar os grãos do rosário”.

Infectado pelo coronavírus, o pe. Cirillo Longo passou as últimas horas de sua vida terrena incentivando os profissionais da saúde que o atendiam. Ele partiu para o Abraço Eterno do Pai em pleno dia de São José, 19 de março, um dia depois de completar 95 anos de idade.

Sua mensagem continua ressoando no coração de quem o conheceu. Em seus últimos dias, era ele quem consolava os que deviam consolá-lo, dizendo à equipe do hospital:

Ele partiu para o Abraço Eterno do Pai em pleno dia de São José, 19 de março, um dia depois de completar 95 anos: “Não tenham medo, porque estamos todos nas mãos de Deus”

Pouco antes de partir deste mundo, ele levantou as mãos para o céu em exultação, como se tivesse marcado um gol. Um gesto de coragem e de encorajamento aos outros, nascido de uma lição de vida que ele sempre repetia no Centro Don Orione de Bérgamo, a cidade mais golpeada da Itália nesta pandemia:

“O homem tem duas mãos porque, enquanto uma trabalha, a outra serve para deslizar os grãos do rosário”.

Infectado pelo coronavírus, o pe. Cirillo Longo passou as últimas horas de sua vida terrena incentivando os profissionais da saúde que o atendiam. Ele partiu para o Abraço Eterno do Pai em pleno dia de São José, 19 de março, um dia depois de completar 95 anos de idade.

Sua mensagem continua ressoando no coração de quem o conheceu. Em seus últimos dias, era ele quem consolava os que deviam consolá-lo, dizendo à equipe do hospital:

 O Pe. Cirillo nasceu em Saletto, Pádua, em 18 de março de 1925. Tinha 78 anos de profissão religiosa e 67 de sacerdócio. Pertencia à província religiosa “Mãe da Divina Providência”, dos padres orionitas. Entrou na congregação em 23 de outubro de 1937, em Tortona, norte da Itália, e o próprio Dom Luigi Orione, o santo fundador da congregação, foi quem lhe entregou a batina.

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