Veterinária mineira leva soco de colega após discussão em clínica e denuncia agressão

Globo News 11/03/2020 15:19 Relatar

Na última sexta-feira (6), Anaysa Rodrigues Faria Neves, natural de Uberlândia, no Triângulo Mineiro, que trabalha como auxiliar veterinária foi agredida com um soco no rosto por um colega de trabalho, em Piracicaba (SP).

De acordo com o relato de Anaysa, o veterinário que a agrediu, já havia tido discussões e problemas com outras pessoas da clínica e com clientes.

“Ele estava atendendo um retorno de uma cliente e começou a gritar muito com ela. Meu patrão foi conversar com ele e decidiu por demiti-lo. Ele é plantonista, aí trabalharia até esta segunda-feira”, conteou a auxiliar.

“Na sexta-feira eu estava na recepção conversando com ele, quando ligou uma cliente para tirar dúvidas de cirurgia e anestesia. A parte da anestesia eu pude explicar, a da cirurgia passei para ele. Ele acabou marcando uma cirurgia para ele realizar na terça-feira, mas só meu chefe que tem autorização para operar na clínica”, continua Anaysa.

A vítima disse que então contou ao chefe o que estava ocorrendo.

“Ele me perguntou, na frente de uma cliente, se eu tinha falado com o patrão, e eu disse que sim. Ele começou a gritar muito, me xingar. Aí eu fui para a parte de fora da clínica e ele continuou conversando com a cliente”, explica.

Depois do fim do atendimento, o veterinário foi ao encontro de Anaysa, do lado de fora da clínica. “Novamente, nós começamos a discutir. Falei para nós pararmos, para evitar mais problemas. Ele continuou me xingando e veio para cima de mim. Eu tentei segurá-lo, e ele me deu um soco no rosto. Quase desmaiei, minha pressão caiu na hora”, lembra.

A mulher contou que depois de agredi-la, ele fugiu do local e não foi mais encontrado.

 “Liguei para o meu pai, ele é advogado, e veio me ajudar. Chamamos a polícia, registramos boletim de ocorrência e vamos entrar com um processo contra ele”, continua.

Ela mostrou o rosto machucado e falou sobre as marcas.

“Estou com um olho roxo, inchado ainda, tomando os remédios, colocando gelo. Hoje vou terminar de fazer os exames. Estou bem abalada com tudo isso, choro só de lembrar no caso, me dá ânsia de vômito. Só quero justiça”, completa.

Nas redes sociais o pai dela pede justiça para a filha.

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