Coronavírus é 'particularmente atraído' por tipo sanguíneo A

Henrique 06/03/2021 Relatar Quero comentar

O coronavírus SARS-CoV-2, que provoca a covid-19, se sente "particularmente atraído" pelo antígeno do tipo sanguíneo A que se encontra nas células respiratórias, conforme indica estudo publicado nesta quinta-feira (4) na revista científica Blood Advances.

Embora seja necessário, segundo os autores, seguir investigando para compreender a influência que o tipo de sangue tem na infecção pelo patógeno, o artigo se junta a conclusões de artigos anteriores, que apontavam para uma possível relação entre o grupo sanguíneo e a suscetibilidade e a gravidade da covid-19.

Para chegar às conclusões, os pesquisadores avaliaram uma proteína da superfície do SARS-CoV-2, denominada domínio de união ao receptor (RBD), que está dentro da proteína spike - a parte do vírus que adere às células hospedeiras.

Um comunicado da Sociedade Americana de Hematologia indica que se trata de um estudo importante para entender como é produzida a infecção.

Em experimentos laboratoriais, a equipe avaliou como o RBD do novo coronavírus interagia com cada tipo de sangue 

Coronavírus é 'particularmente atraído' por tipo sanguíneo A

Conclusão é de estudo norte-americano publicado nesta quinta-feira 

Estudo é indicativo sobre influência do tipo sanguíneo na infecção pelo coronavírus

Estudo é indicativo sobre influência do tipo sanguíneo na infecção pelo coronavírus

DIVULGAÇÃO/NIAID-RML

O coronavírus SARS-CoV-2, que provoca a covid-19, se sente "particularmente atraído" pelo antígeno do tipo sanguíneo A que se encontra nas células respiratórias, conforme indica estudo publicado nesta quinta-feira (4) na revista científica Blood Advances.

Embora seja necessário, segundo os autores, seguir investigando para compreender a influência que o tipo de sangue tem na infecção pelo patógeno, o artigo se junta a conclusões de artigos anteriores, que apontavam para uma possível relação entre o grupo sanguíneo e a suscetibilidade e a gravidade da covid-19.

Para chegar às conclusões, os pesquisadores avaliaram uma proteína da superfície do SARS-CoV-2, denominada domínio de união ao receptor (RBD), que está dentro da proteína spike - a parte do vírus que adere às células hospedeiras.

Um comunicado da Sociedade Americana de Hematologia indica que se trata de um estudo importante para entender como é produzida a infecção.

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