Como saber se você vai receber o auxílio emergencial 2021?

Maria 28/03/2021 Relatar Quero comentar

Ao todo, estão previstas quatro parcelas entre os meses de abril e julho. Os valores devem variar conforme as composições familiares dos beneficiários e, dessa vez, não será possível acumular o dinheiro. Por outro lado, muitas pessoas podem estar se perguntando:  “como saber se vou receber o auxílio emergencial de 2021”?

O trabalhador informal poderá consultar se vai receber o auxílio emergencial 2021 a partir de 1º de abril. A informação foi confirmada em 19 de março pelo Ministério da Cidadania. No comunicado, a pasta diz que a elegibilidade ao auxílio emergencial 2021 ainda será analisada pela Dataprev e a estimativa é de que, a partir de 1º de abril, cada cidadão possa verificar o resultado no  .

No site, o  beneficiário deverá informar nome completo, Cadastro de Pessoas Físicas (CPF), nome da mãe e data de nascimento. O ministério lembra ainda que as novas regras do auxílio emergencial não permitem novos cadastros. "O auxílio emergencial 2021 será concedido ao trabalhador que estava recebendo, em dezembro de 2020 e que cumpra as regras publicadas na Medida Provisória 1039", diz o texto.

As parcelas serão destinadas para os cidadãos que receberam os pagamentos de dezembro do ano passado e, por sua vez, não deixaram de t er  . É necessário ter renda per capita de até meio salário mínimo, desde que os ganhos totais não extrapolem o valor de até três salários mínimos.

 Requisitos para receber o auxílio emergencial 2021

Não tenha vínculo de emprego formal ativo; Não esteja recebendo outros benefícios do governo brasileiro (com exceção do abono salarial e Bolsa Família); Tenha movimentado os valores relativos ao auxílio emergencial; Tenha, atualmente, renda familiar mensal por pessoa abaixo de meio salário mínimo (R$ 550); Tenha, atualmente, renda familiar mensal total abaixo de três salários mínimos (R$ 3.300); Não morar fora do Brasil; Não tenha recebido rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70 em 2019; Não tinha a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive a terra nua, de valor total superior a R$ 300.000,00 em 31 de dezembro de 2019; Não recebeu rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, que somem quantia superior a R$ 40 mil (no ano de 2019); Não tenha sido declarado, no ano de 2019, como dependente na condição de: cônjuge; companheiro com o qual o contribuinte tenha filho ou com o qual conviva há mais de cinco anos; filho/enteado com menos de 21 anos; ou filho/enteado com menos de 24 anos que esteja matriculado em instituição de nível médio/técnico ou superior; Não esteja preso em regime fechado ou tenha seu CPF vinculado, como instituidor, à concessão de auxílio-reclusão; Não tenha menos de 18 anos de idade (exceto no caso de mães adolescentes); Não possua indicativo de óbito nas bases de dados do governo federal ou tenha seu CPF vinculado, como instituidor, à concessão de pensão por morte de qualquer natureza; Não esteja com o auxílio emergencial (ou residual) de 2020 cancelado no momento da avaliação para as novas parcelas; Não seja estagiário, residente médico ou residente multiprofissional; Não seja beneficiário de bolsa de estudo da Capes, do CNPq ou de outras bolsas de estudo concedidas por órgão público.
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