Juíza morta na Barra da Tijuca pelo ex-marido levou 16 facadas, diz laudo do IML

As mais clicadas do dia 26/12/2020 Relatar Quero comentar

A juíza Viviane Vieira do Amaral Arronenzi, de 45 anos, , o engenheiro Paulo José Arronenzi, levou 16 facadas. De acordo com o laudo do Instituto Médico Legal (IML), o corpo da magistrada tinha perfurações no pescoço, rosto e barriga.

Viviane Arronenzi foi morta, na tarde de quinta-feira (24), pelo ex-marido diante das três filhas do casal. Ela deixava as crianças para passarem o Natal com o pai.Apesar dos gritos das filhas, que tem idades entre 7 e 9 anos, Paulo Arronenzi não parou de desferir os golpes. Ele foi detido em flagrante por feminicídio logo após o crime por agentes da Guarda Municipal e levado para a delegacia.

 

A juíza foi esfaqueada na Avenida Rachel de Queiroz, na frente das três filhas do casal. O assassinato foi registrado em um vídeo que circula nas redes sociais e é investigado pela polícia. na delegacia e disse que só vai se manifestar em juízo, segundo informações da polícia.

Para a polícia, o engenheiro premeditou o crime. No carro dele foram encontradas três facas, mas a que foi usada para matar a mulher, no entanto, não foi encontrada.Em setembro, Viviane havia feito um registro de lesão corporal e ameaça contra o ex-marido, que foi enquadrado na Lei Maria da Penha.

Ela chegou a ter escolta policial concedida pelo TJ-RJ, mas pediu para retirá-la posteriormente.Em setembro, Viviane havia feito um registro de lesão corporal e ameaça contra o ex-marido, que foi enquadrado na Lei Maria da Penha. Ela chegou a ter escolta policial concedida pelo TJ-RJ, mas pediu para retirá-la posteriormente.A juíza não foi a única mulher a denunciar o engenheiro para a polícia.

Em 2007, uma ex-namorada dele registrou ocorrência policial porque estaria sendo importunada por ele, que não aceitava o fim do relacionamento.

Entidades jurídicas manifestam pesar e repudiam feminicídio

Em nota, o TJ-RJ disse que "lamenta profundamente" a morte da juíza Viviane Arronenzi, vítima de feminicídio.

Clique na segunda página para continuar navegando
Comentário do usuário
Você pode gostar