O presidente Jair Bolsonaro e a ministra Damares Alves são vítimas frequentes da Esquerda. Já Marielle Francisco virou “ídolo”

Condessa 27/05/2020 13:29 Relatar

Dezinformatsiya” (Desinformação, em russo) é a denominação de uma das mais usadas ações, principalmente na Guerra Fria, como ferramentas de luta marxista. Consiste em fazer com que se divulgue intensamente uma mentira (ou uma meia verdade) como se fosse verdade, desde que prejudicial ao inimigo. Ou fazer com que se oculte uma verdade que, sabida, favoreça o inimigo. A perfeição na Desinformação surge quando se consegue que o próprio inimigo passe a divulgar como verdade o falso que lhe é prejudicial. A Desinformação, em si, não é nova, como arma de guerra. Mas foi no marxismo, principalmente sob Stálin e Krushev, que se tornou ferramenta oficial, depois ciência e finalmente parte da cultura de esquerda.

Hoje, qualquer jornalista brasileiro de esquerda (maioria, como se sabe) utiliza despudoradamente a Desinformação, acreditando-se membro de uma cruzada contra a “direita”, em que vale tudo. Muito do que sabemos sobre a Desinformação deve-se ao general Ion Pacepa, chefe da espionagem da Romênia e integrante da alta cúpula da inteligência soviética durante a Guerra Fria. Pacepa fugiu para os Estados Unidos no fim dos anos 1970, e escreveu bastante sobre sua experiência como chefe de espionagem.

O livro de Pacepa, “Desinformação”, foi publicado em português, em 2015, pela Vide Editorial, e é muito revelador. Mostra como na guerra do marxismo contra a religião, a Desinformação foi usada para destruir a reputação do papa Pio XII, odiado por Krushev, quando o Kremlin criou a lenda, até hoje muito difundida, de que o pontífice era antissemita, aliado de Hitler. O trabalho sistemático de demolição da biografia de um dos homens mais dignos do século XX incluiu até o patrocínio e difusão de uma peça de teatro (“O Vigário”, de Rolf Hochhuth) e de um livro (“O Papa de Hitler”, de John Cornwell), para difamá-lo.

Pacepa conta como foi criada, no Kremlin, como ferramenta da Desinformação e demolição “por dentro” da Igreja Católica, a famosa Teologia da Libertação. O romeno revela que agentes trabalhando em “Dezinformatsiya”, sob as ordens da KGB, eram, à época de Krushev, cerca de 1 milhão, existindo ao redor do mundo, sob o manto das organizações e partidos marxistas, muito mais que isso. Como eu disse, a Desinformação, no seio das esquerdas, tornou-se cultura.

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