Câmara aprovou auxílio de 1,2 mil por família afetada na quarentena: Veja requisitos

Tá na Rede 27/03/2020 Relatar Quero comentar

 Plenário da Câmara, aprovou o projeto que irá garantir o pagamento de renda mínima para todas as pessoas mais afetadas pela crise causada pela pandemia do coronavírus. O auxílio será no valor de R$ 600,00 e serão pago durante três meses. Duas pessoas da mesma família poderam receber o auxílio, somando até R$ 1.200,00 por cada família.

Em relatório final, foram incluídos o pagamento de duas cotas de R$ 600,00 para família monoparental chefiada por mulher. Somente tem direito ao pagamento, quem for maior de idade,  e sem um emprego formal, não tendo nenhum benefício previdenciário ou assistencial, e que também não esteja recebendo seguro-desemprego ou assistência de qualquer de programa de transferência de renda federal, com exceção do Bolsa Família. Esse beneficiário não podendo ter nenhuma outra renda mensal per capita acima meio salário mínimo ou a renda familiar mensal que ultrapassar três salários mínimos. Serão avaliados os rendimentos tributáveis de 2018 das pessoas beneficiários, também não podendo ultrapassar R$ 28.559,70 naquele ano.

O líder do PSB, Alessandro Molon (RJ), comemorou a aprovação. “É uma conquista histórica para a oposição garantir que o povo brasileiro tenha uma renda mínima para sobreviver à crise do covid019. Esse momento que estamos enfrentamos é gravíssimo e pedimos todo equilíbrio e responsabilidade na busca de soluções que possam garantir um mínimo necessário para enfrentarmos esta pandemia”, disse.

Apoio de Bolsonaro

Em um vídeo na noite desta quinta (26), o presidente Jair Bolsonaro disse ter conversado com o ministro da Economia, Paulo Guedes, nos informando que foi acordado com a Câmara dos Deputados aumento na ajuda inicial de R$ 200 para trabalhadores informais afetados pela crise de saúde. "Dei sinal verde", anunciou ele.

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), frisou a importância do acordo com o governo. "É bom votarmos com essa segurança de que não haverá veto", disse Maia.

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