'Meu filho morreu com fome', mãe faz desabafo de fazer qualquer pessoa chorar

Web News 02/05/2021 Relatar Quero comentar

O caso dois jovens que foram torturados e tiveram suas vidas retiradas por traficantes revoltou a dona de casa Dionésia Pereira Barros, mãe e avô dos jovens.

Na última segunda-feira (26), os jovens Bruno Barros, de 29 anos, e Yan Barros, de 19 anos, foram encontrado sem vida em um veículo. E segundo a mãe de Yan, dona Elaine Costa Silva, os jovens foram flagrados por câmeras do supermercado Atakarejo roubando carne.

Elaine revelou que Bruno enviou mensagens de voz para uma amiga pedindo dinheiro para fazer o pagamento do produto para não serem entregues aos traficantes.

Na terça-feira os corpos foram identificados, e desde então a família, amigos e moradores do Nordeste de Amaralina, Salvador, se juntaram para protestar.

Com toda a situação a mãe de Bruno, Dionésia, está revoltada com o acontecimento e resolveu desabafar.

A dona de casa começou questionando o que o seu filo teria feito para ter a vida retirada por criminosos. Em seguida ela revelou que o seu filho morreu com fome e que não teve coragem de lhe pedir comida, pois não moravam juntos.

Em seguida dona Dionésia, contou que o seu filho pedia comida para as tias, mas que elas o mandavam pedir a mãe. No entanto não tinha coragem de dizer que estava passando necessidades.

Segundas informações de uma testemunha, os jovens foram flagrados sendo encaminhados para os estacionamentos onde havia homens armados.

A mãe de Bruno Barros revelou que não estava se aguentando, mas que iria falar tudo. Ela continuo e disse que o seu filho e neto erraram, mas não precisavam ter sido entregues a bandidos para pagarem com a vida. Ela revelou que o segurança do supermercado foi quem entregou Bruno e Yan aos criminosos.

Elaine, mãe de Yan, contou que o seu filho fez uma ligação via WhatsApp, e que ele informava está sofrendo agressões dos seguranças.

Por fim dona Dionése, contou que Bruno ligou para a sua irmã de consideração para que ela ligasse a polícia. Na ligação ele informou que preferia ser preso do que perder a vida. A irmã ligou para os militares, mas não chegaram a tempo de impedir a situação.

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