Ex-jogador do Grêmio virou médico e combateu pandemia. Morreu, e é exemplo

Amélia 30/04/2020 04:44 Relatar

Este é um momento difícil, inimaginável. Mas pode ser também um momento para vencer a desesperança. Uma onda de solidariedade tomou conta do esporte nesses dias de pandemia. É, nessa hora, é sempre importante escrever e lembrar daqueles que entendem o papel social que têm na sociedade. Tem um caso de um ex-atleta do Grêmio que, em uma grande crise de saúde pública, ao cudiar dos outros entregou a vida.

Você precisa conhecer a história de Carlos Oscar Mostardeiro.

Carlos era chamado de Mostardeiro I, já que o irmão dele, Alfredo, também jogava no Grêmio e era conhecido como Mostardeiro II. De acordo com o Grêmiopédia, ele defendeu o tricolor gaúcho em 32 partidas, entre os anos de 1909 e 1914, um pouco depois da fundação do time gaúcho, que é de 1903.

Mostardeiro I estava em campo no primeiro jogo internacional que o Grêmio celebrou em casa, uma derrota por 7x1 no estádio da Baixada para o então poderoso Bristol uruguaio, no dia 9 de novembro de 1913.

Um tempo em que o futebol era amador, e quase só paixão. Largou a bola para se dedicar a medicina. Em 1918, 4 anos depois de deixar o Grêmio, morreu salvando vidas dos gaúchos atingidos pela Gripe espanhola.

É sempre importante se dar o crédito as histórias que nos encantam. Sempre defendo, e pratico esse hábito meio abandonado por muitos nos dias de hoje. Às vezes, podemos até nos enganar com quem de fato com quem levantou a história, já que somos bombardeados por informações, e eventualmente lemos o que um publicou já depois de outro.

Essa do Carlos eu li no perfil do Maurício Brum, jornalista e historiador. E nos ajuda a avançar e refletir sobre os dias de hoje, menos pela pandemia, e mais pela importância da solidariedade. Nesses tempos de coronavírus, que parou o esporte, nossos personagens têm passado uma mensagem de esperança.

Clubes oferecendo infra-estrutura esportiva para as autoridades de saúde pública. Na Inglaterra, o Liverpool pagou todos os prestadores de serviço que trabalhariam em Anfield nos jogos previstos nesse mês de abril. Em cada jogo o clube paga para esses trabalhadores cerca de um milhão e meio de reais.

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